28 fevereiro 2014

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Matéria sobre Maquiagem Programa Câmera Record Exibida em 26/02/2014

Olá, belinhas!

Recebi hoje vários e-mails de leitores pedindo informações a respeito da polêmica gerada na denúncia feita em matéria investigativa no Programa Câmera Record, exibida em 26/02/2014. O tema do programa foi o universo da maquiagem e foram levantados diversos assuntos. Dentre eles destaco: maquiagem em crianças, maquiagem com ação dermocosmética, dicas e truques, maquiagem feminina e masculina, como se maquiar em pouco tempo e o perigo de comprar maquiagem de procedência duvidosa.

O programa é longo, com duração média de 54 minutos. Recomendo que todos possam disponibilizar tempo para assistir ao vídeo publicado no Portal R7. Clique no link

Acesse ao vídeo Portal R7 Câmera Record


Na minha avaliação como espectadora e consumidora de maquiagem, teve pontos que gostei e outros que odiei.  Achei muito importante a discussão sobre o tema maquiagem e crianças. Sou mãe de uma menina de 6 anos que gosta de maquiagem e claro, sempre me vê fazendo uso de cosméticos. Evidentemente, eu a influencio e por isso, tenho todo o cuidado de impor regras e limites (aqui em casa, maquiagem somente em ocasiões especiais como apresentações de Ginástica Rítmica, festinhas, carnaval etc).  Mais do que isso, luto pela regulamentação de novas regras para cosméticos infantis (que já está entrando em vigor). Inclusive, na época da Consulta Pública feita pela Anvisa, participei e compartilhei o link para que todos pudessem colaborar. Também aguardo pela nova Regulamentação dos Protetores Solares.
O assunto é longo, mas somente para resumir, maquiagem para criança tem que ter idade mínima e uma série de normas de segurança que devem ser seguidas pelos fabricantes. Além disso, os produtos precisam ser Hipoalergênicos e solúveis em água.

Acessem a Cartilha da Anvisa sobre Cosmético Infantil (arquivo em PDF)

Cartilha Anvisa Cosméticos Infantis
Não encontrei a referência ANBT para citar ano de publicação, dados editoriais etc

Tocando no tema sobre componentes alergênicos, atualmente é consenso entre dermatologistas e farmacêuticos que o termo "Produto Antialérgico" não está em acordo e sim "Produto Hipoalergênico". Isso quer dizer que um determinado produto foi desenvolvido e testado de modo que o mesmo ofereça "baixo potencial alergênico". Sendo assim, não há 100% de garantia que um produto possa ser totalmente seguro. Tudo vai depender de múltiplos fatores como Grau de Sensibilidade/Tolerância, Quadro Imunológico ou reações adversas de medicamentos.  
Eu mesma já passei por situações de alergia/desconforto cutâneo durante meu tratamento com Isotretinoína Oral. Meu médico havia prescrito vários dermocosméticos para auxiliar no ressecamento cutâneo. Produtos estes, que foram especialmente desenvolvidos para atenuar os efeitos colaterais esperados com o uso da substância. Diante da minha intolerância, a decisão médica foi suspender o uso e trocar toda a minha receita de dermocosméticos. 
Além disso, de acordo com a classificação da Anvisa (Graus), há especificações da obrigatoriedade de testes. Como consumidora considero importante quando encontro a informação se um determinado produto foi DERMATOLOGICAMENTE ou OFTALMOLOGICAMENTE testados. Por outro lado, acabamos entrando em outro importante tema: Normas de Segurança e Protocolos de Testes (In Vitro e In Vivo) e necessariamente vem à tona o Teste em Animais (in vivo). Quem tiver interesse, acesse uma matéria que publiquei no qual há link para download  Guia para Avaliação da Segurança de Produtos Cosméticos

Download arquivo PDF da Cartilha
Copyright © 2012. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 2ª Edição. 74p. 

Outro problema que não gostei na reportagem foi a manipulação indevida das maquiagens com os dedos. É sabido que tais práticas podem contaminar os produtos. Não foi levantado na matéria como manusear ou conservar maquiagens, pincéis e esponjas. Achei que teria sido muito esclarecedor para os espectadores. Nenhum maquiador foi questionado como é feita a preparação prévia dos acessórios durante as sessões de maquiagem. Não observei, por exemplos, nos salões em que foram gravadas as cenas, bastonetes de algodão específicos para aplicação de sombra ou aplicadores de máscara para cílios descartáveis. Por essas rezões recomendo que sempre que forem fazer maquiagem com um profissional, preferencialmente leve seus pincéis, aplicadores e maquiagens. 
De acordo com programas de boas práticas e manipulação do Senac, por exemplo, profissionais como Design de Sobrancelhas ou Maquiadores devem usar máscaras descartáveis, pois há um contato muito próximo entre profissional e cliente. Infelizmente não vi isso sendo destacado no Programa Câmera Record.

Gostei das dicas e truques de maquiagem, pois são sempre válidos para  aprendermos. Também gostei do tema maquiagem masculina, mostrando que é possível mostrar que diferenças de gênero não tem relação direta com feminilidade ou masculinidade.

Seguramente, o que mais chamou a minha atenção foi sobre as maquiagens de origem chinesa que são vendidas no Brasil. Estas, só podem ser comercializadas com importador devidamente regularizado, com Registro Anvisa-MS e farmacêutico responsável. Os produtos precisam possuir texto claro redigido em Língua Portuguesa, informar dados sobre composição/incredientes, modo de usar, alertas sobre precauções, lote,validade, melhor forma de armazenamento/conservação, dados do fabricante e importador, canal de atendimento ao consumidor.

A repórter investigativa, na companhia de uma consumidora que sofreu problemas alérgicos com o uso de maquiagem de origem chinesa, foi ao comércio popular da Rua 25 de Março-SP para mostrar que os produtos são vendidos. As principais marcas que foram mostradas na matéria são Jasmyne/ Luisance e Fenzza Make Up.  

Hoje, nas respectivas páginas oficiais das marcas no Facebook, os importadores se defenderam em Nota Oficial. 

Segue abaixo as respectivas notas:

    Jasmyne Luisance atualizou seu status: "NOTA OFICIAL

A empresa Liss Comércio, Importação e Exportacão Ltda CNPJ 02.640.248/0001-42 que representa a marca JASMYNE, vem por meio desta nota esclarecer alguns pontos abordados na reportagem da rede Record.
Primeiro, a respeito da marca ser proibida no Brasil não procede já que a mesma possui Autorização de Funcionamento MS Nº 2.03.043-5, publicado no Diário Oficial da União 2012-2009199-1 e com Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde – CMVS Nº 35503080146400100315.
Todos os produtos antes de ingressar no Brasil passam por processo de nacionalização.
Segundo, sobre o produto não atender ao controle de qualidade exigido no Brasil não trazendo as informações e composições, a empresa esclarece que segue a Nomenclatura Internacional (INCI) de reconhecimento e adotada mundialmente com finalidade de padronizar os ingredientes nas rotulagens de produtos cosméticos. A sigla “CI” colocada em questão na matéria trata-se de corante utilizado na composição do produto com finalidade de determinar a tonalidade do mesmo. As vantagens desta nomenclatura ao consumidor é permitir que o mesmo identifique de forma mais clara os ingredientes de uma formulação.
A ANVISA adota esta nomenclatura para possibilitar maior agilidade na identificação dos ingredientes dos produtos cosméticos de forma clara, correta e precisa.
Todos os produtos da empresa possuem registro na ANVISA, cada um com seu número de processo diferenciado, sendo possível ao consumidor ou lojista consultá-lo no site do órgão competente a qualquer momento.

Para maiores esclarecimentos a empresa coloca-se a disposição através do e-mail camila@luisance.com.br e do SAC (Atendimento ao Consumidor) 0800-7716409 (as ligações devem ser feitas de um telefone fixo)."

* * *


COMUNICADO FENZZA MAKE UP


A Fenzza Make Up durante seus cinco anos de atuação no mercado passou a ser referência de qualidade nos produtos, por ela comercializados. Realiza workshops, eventos públicos e treinamentos mantendo contato direto com seus consumidores, afirmando e testando diariamente a qualidade de seus produtos.

A marca origina-se de uma empresa 100% brasileira de propriedade do Grupo Climaco, razão social Climaco Com. Imp. e Exportação Ltda CNPJ 08.111.766/0001-55, possui autorização na ANVISA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA de nº 2.04556.4. Todos os produtos comercializados são notificados (grau1) ou registrados (grau2) e podem ser consultados no site da Anvisa, através do CNPJ da empresa.

Os produtos da marca possuem em seu rótulo todas as informações cabíveis e exigidas pelas normas sanitárias legais vigentes. Impresso nas embalagens e invólucros estão o site da empresa e o número telefônico do Serviço de Suporte ao Cliente, responsável por atender às sugestões, dúvidas, manifestações e questionamentos de seus consumidores.

Os lotes e referências de produtos que estão no mercado, recebem análises exigidas e realizadas em laboratórios devidamente capacitados e regulamentados, antes de serem colocados à venda. Para manter total transparência e nossa idoneidade, colocamos à disposição documentos que notificam a regularização da empresa, bem como o Serviço de Suporte ao Cliente que atende pelos telefones: 11-3312-6260 ( 2ª à 6ª horário comercial) ou email contato@fenzzamakeup.com.br.

Nossa beleza é a certeza de fazermos as coisas da maneira correta.

Obrigado a todas nossas consumidoras por acreditarem na Fenzza Make Up!


* * *

Sou consumidora das marcas Jasmyne/Loisance (ambas da empresa Liss Comércio)  e Fenzza Make Up. Tenho resenhas e vídeos publicados aqui no blog. Comprei e também ganhei de presente vários produtos. Constam nas respectivas embalagens que os produtos possuem importador com CNPJ e Registro no MS-Anvisa. Uma outra marca mostrada na reportagem não conheço, nunca comprei e por isso não tenho qualquer relação de consumo. As maquiagens que tenho não foram compradas clandestinamente.

Tentei fazer uma busca no Portal Oficial da Anvisa na Base de Dados para Cosméticos e o sistema não funciona bem em horários de pico. Entrei prontamente em contato por telefone pelo número  0800-642-9782 para solicitar pesquisa oficial pormenorizada a respeito das empresas/marcas Jasmyne/Loisance e Fenzza Make Up no programa Câmera Record. O prazo em caráter de urgência dado foi de 5 dias úteis.Assim que eu receber resposta publicarei para compartilhar com vocês. 

O que mais defendo aqui no blog é o direito à informação dos consumidores. Gostaria que todas as empresas melhorassem seus sites e que disponibilizasse o conteúdo integral de suas rotulagens. Isso facilita não só portadores de dificuldade à leitura e também quando essas informações são impressas nos lacres. Toda vez que rompemos o lacre, perdemos informações úteis em consultas posteriores. Também como vocês sabem, defendo quando encontro viabilidade, que os produtos sejam refiláveis e tenham uso mais racional de matérias primas recicláveis. A impressão das instruções no uso de um determinado produto no verso da caixa de papel cartonado é uma delas!

Para redigir esse artigo, entrei em contato por telefone com a Jasmyne/Luisance e com a Fenzza Make Up pelo Facebook. Ambas as empresas lamentaram pelo não direito de resposta. Segundo a Comunicação de Impressa dessas marcas, os editores do Programa Câmera Record não entraram em contato. Na reportagem, vemos que a repórter tenta ligar, mas não consegue atendimento via telefone. Como as empresas estão localizadas em São Paulo, considero que teria sido importante, visitar pessoalmente os escritórios das empresas importadoras. 

Por fim, esclareço que não tenho qualquer relação comercial com as empresas/marcas citadas (sou apenas consumidora - Pessoa Física). O motivo do artigo é abrirmos espaço para discutimos aqui no blog Direitos do Consumidor. 
Quem por ventura tenha algum produto das marcas citadas na reportagem, sugiro que também entrem em contato com os importadores e Anvisa para esclarecimentos.
Antes de publicar este texto, tentei entrar em contato com o Atendimento Interativo Portal R7, mas não encontrei  número de  telefone. Escrevi por meio de formulário on line no Portal R7. Caso eu tenha resposta, também publicarei os esclarecimentos. 

Segue abaixo o conteúdo do e-mail que escrevi:

[" Sou consumidora e blogueira e tomei conhecimento da reportagem do dia 26/02/2014 no Programa Câmera Record. Assisti ao conteúdo do programa pelo Portal R7 em 28/02/2014.

A matéria abordou temas importantes como maquiagem em crianças, mas deixou de mencionar sobre a nova regulamentação da Anvisa. A Anvisa poderia ter sido consultora e esclarecido muitas dúvidas.
Também há uma nova cartilha da Anvisa sobre protocolos de testes e segurança dos cosméticos.

Também houve muitos problemas com relação às normas de manuseio e higiene das maquiagens (uso de dedos - veículo contaminante) e como esse assunto não foi tratado pelos profissionais de beleza (existem boas práticas de manejo para maquiagem).

Por fim, a matéria faz denúncia de maquiagem que estariam proibidas no Brasil (comercio irregular). Comprei e ganhei de presente de minha irmã e amiga, maquiagens das marcas Jasymine e Fenzza. Todas possuem informações sobre importador, registro MS Anvisa, lote, validade.
Solicitei junto à Anvisa informações em caráter de urgência para confirmar se as empresas que tenho maquiagens dessas marcas estão de fato em situação irregular ou sob investigação.
Por hora, as respectivas marcas divulgaram nota oficial em suas paginas no Facebook.

Gostaria que o Câmera Record ou o Jornal da Record fizesse uma nova matéria sobre maquiagens de origem chinesa e consultando o oficialmente à Anvisa para atestar os registros e autorizações vigentes para comercialização dos produtos no Brasil. Obrigada pela atenção."]




É isso, gente! 

Assim que eu tiver novas informações, compartilho!

Beijocas mil!






5 comentários:

  1. Nessinha,

    Gostei dessa matéria, pq ouvi dizer mais não cheguei a ver
    vou procurar p assistir melhor
    Abordaram temas interessantes sim, e que gostariamos de saber
    Mas creio que ainda falta muita coisa a ser comentada e exposta
    Tbém acho que todas empresas citadas, deveriam ter direito de se defender
    continuando assim a matéria .......
    Adorei seus comentarios , espero que tenha uma resposta p/ vermos
    Depois que assistir eu volto aqui a comentar .

    bjooooooooooo

    Pri

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    1. Pri,

      Eu sou do seguinte princípio. Se a matéria queria denunciar que as maquiagens de origem chinesa ou de outros países são perigosas, faltou na reportagem a opinião de um perito especializado em farmácia para proceder as análises.
      Em nosso país, o órgão regulamentador é a Anvisa. As duas marcas que destaquei foi porque tenho produtos (vários). As marcas Jasmyne/Loisanse e Fenzza. Não são clandestinas. Elas possuem registros na Anvisa e estão em situação regular.

      A reporter perguntou para o gerente da lojinha se ele tinha verificado.... A verificação não é facil. eu mesma liguei para a Anvisa...pedi a pesquisa...e como resposta tive um texto automatico que nao respondeu o que eu perguntei. Liguei novamente
      e foi dito por telefone que nao há irregularidade com as empresas que fiz a consulta pelo cnpj.

      Conclusão: se há riscos.... como a matéria quis mostrar....quem está errado nessa historia é a Anvisa que liberou. As empresas importadoras estão de acordo com as normas vigentes. Os produtos e questao, sao importados , possuem com rotulagem traduzida, tem lote, validade, nome do importador, cnpj, n. do registo MS, composição etc....

      Com relação aos "codigos ocultos" citados na materia, ambas as empresas se posicionam falando que se trata de codigos internacionais e que os responsáveis técnicos sabem o que são. Há uma tabela interncional de consulta.
      Mas se a tabela é complicada para o consumidor, a Anvisa teria que rever suas normas.

      Enfim, como vc bem sabe, minha defesa é pelo nosso direito de consumidor, nossas garantias e nossa segurança.
      Dos produtos que comprei e ganhei, nenhum deles foram comprados de forma clandestina, irregular. Gosto das marcas como consumidora, assim como gosto de produtos como Boticario, Avon, Vult etc.
      E todos os produtos podem provocar alergias em algum momento em nossas vidas (de acordo com nosso grau de tolerancia e quadro imunologico). Isso vale para tudo, produto de limpeza, maquiagem, cosmertico, remedio, alimentos...

      Lamentei ver no programa tantos erros com relação às normas de higiene. Só faltei ter um treco! Não é ser a "chata da bacteria"... não é isso. Todos os bons cursos de caleireiro, sobrancelha, depilação, maquiagem etc... tem aulas sobre boas práticas.
      Sou testemunha disso, pois aqui no Senac qdo prestei serviço como instrutora vi nos curriculos conteúdos sobre normas de higiene e segurança. Existe até mini cursos de atualização só para normas e boas práticas. Os cursos de alimentos são sempre turmas cheias. No salão escola, todo mundo coloca em prática os protocolos de higiene. Não tem como mais hoje em dia por exemplo, aceitar ir a um salao sem que ele tenha um esterilizador de escovas, autoclave, que o profissional use luvas, mascara...que todos os funcionarios estejam com a vacinação em dia... Se nao tem... vá para outro salao... O consumidor tem esse poder de decidir. Ele só nao pode ser enganado...como já houve no passado denuncias de reaproveitamento de cera de depilacao, por exemplo...

      Enfim, o tema é longo... e o que gostaria aqui é que sempre possamos discutir essas questões.

      bjssss




































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  2. Eu não cheguei a ver essa matéria, mas tenho certeza de uma coisa, essa matériao foco não é informar, ajudar ou esclarecer, é apenas criar polêmica e angariar audiência, por isso eu não assisto tv aberta mais, pois ninguém respeita quem tá na frente da telinha

    Carla maria

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  3. Minha dúvida é a seguinte: as empresas realmente têm registro na Anvisa, mas e os produtos? Eles também não deveriam ter registro? E é claro que uma maquiagem que custa 3 reais e que custou muito menos para ser feita não sofre os mesmos testes que maquiagens de empresas sólidas no mercado... Minha preocupação, no entanto, nem é com possíveis alergias, mas com as matérias primas utilizadas: Tem um app chamado think dirty que lista até MUITOS produtos de marcas famosas contendo matérias primas potencialmente cancerígenas, imagine os produtos de empresas chinesas para muitas das quais escravizar os próprios nacionais não é problema...

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    1. Quando eu fiz essa matéria pesquisei as informações no site da Anvisa (documentos em PDF).
      Só para resumir: As empresas são obrigadas a terem registro na Anvisa para comercializar os produtos no Brasil (seja nacional ou importado). Todo produto precisa ter descriçao de formulacao, farmaceutico responsavel, informacoes de lote e validade, modo de usar, precauções de uso.

      As maquiagens para uso adulto atualmente são classificadas como Grau 1. Isso significa que não há obrigatoriedade de registros ou testes específicos como os cosméticos de Grau 2.

      Na minha opinião, as maquiagens deveriam mudar a classificação para Grau 2. Apenas as maquiagens infantis são classificadas com grau 2 atualmente.

      A questão do uso de ingredientes potencialmente ou supostamente cancerigenos infelizmente foge do nosso controle como consumidores.
      A alternativa mais viável seria comprar apenas produtos organicos e certificados. O problema é o custo. Um batom organico por exemplo, custa em média 80,00.

      com a lista que vc citou é possível ficar mais atento e comprar somente os produtos isentos de tais ingredientes.

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